Disney para crianças crescidas | Parte I

7 jan

Atendendo a pedidos de uma certa criança crescida que eu conheço (não vou citar nomes, tá Fran?), resolvi falar um pouco de Disney para aqueles que querem um pouco mais do que um parque temático. Eu devo salientar que vou falar só um POUCO mesmo, porque esse é um assunto que eu amo e posso facilmente ficar três anos falando só disso. E já aviso que não vai caber tudo em um post, então faremos uma versão em capítulos.

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O primeiro #DisneyFact desse post é que Disney é um lugar para todas as idades. Ou você gosta da Disney ou você é um talibã. Ou tem problemas psicológicos. E eu não me importo se estou sendo preconceituosa, minha lógica é muito simples: não confie em pessoas que não gostam da Disney.

O #DisneyFact número dois é: aquelas pessoas que administram o parque (eu vou chamar de parque só porque fica meio feio falar ‘o lugar mais feliz do mundo’) sabem que é um lugar para todas as idades, portanto, eles criam atrações para todas as idades e adaptam isso ao longo do tempo. Então vá com fé, você não vai ficar sem o que fazer.

A única Disney que eu estive é a Disney World, de Orlando. Apesar de não ser a mais antiga (que é a Disneyland, na Califórnia) é a mais, digamos, completa. São quatro parques: Magic Kingdom, Epcot, Hollywood Studios e Animal Kingdom; mais o Downtown Disney (uma espécie de centrinho comercial e de diversão); dois parques aquáticos, Typhoon Lagoon e Blizzard Beach, que se revezam na temporada de inverno; os hotéis; os campos de golfe e de mini-golfe. E cada um se subdivide em outras centenas de atrações, que vão desde uma capela de casamento até um safári (sim, dentro do hotel).

Se você estiver indo do Brasil, farei um merchan aqui, eu sugiro o vôo direto da TAM. Não recomendo meeeesmo aquela parada em Miami, ou no Panamá. A economia não é tanta e eu tenho certeza que você vai se irritar com os sacoleiros. Desculpa, talvez “executivo de fronteira” seja uma expressão mais politicamente correta. De qualquer forma, prepare fone de ouvido e uma dose de paciência porque o vôo invariavelmente vai estar cheio de crianças.

Outra mania que as pessoas tem é de economizar e se hospedar fora do complexo Disney. E eu repito: por $60/noite você se hospeda dentro do complexo e tem várias mordomias por isso. Incluindo o ônibus que te transporta aeroporto/hotel/parque (o monorail, um trenzinho que liga alguns parques e hotéis, também é uma opção de transporte oferecida como cortesia com o seu ingresso). Fora que hotel já está no clima: waffles do Mickey, Plutos gigantes, etc. Importante: nenhuma refeição está inclusa na hospedagem, nem mesmo o café da manhã.

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Entrando no site do parque (não, você não precisa pagar taxas ridículas para uma agência de viagem, você mesmo pode fazer isso), você consegue montar:

a)    Seu plano de ingressos (Magic Your Way Tickets: quantos dias, quantos parques por dia. Eu sugiro sempre adicionar a opção Park Hopper – ela possibilita que você vá de um parque para outro no mesmo dia. Sem ela você precisa escolher qual vai visitar naquele dia. A opção Water Parks and More só vale a pena no verão, quando você pode realmente aproveitar os parques aquáticos. Essa também dá direito ao Disney Quest, uma espécie de MEGA fliperama que fica em Downtown Disney. Fora isso você também tem direito a alguns campos de golfe e outras atividades sazonais (importante checar com atenção pra ver se é algo que você vai querer e ter tempo de fazer).

b)   Seu hotel: há hotéis baratos, médios e caros. E um camping. Tudo depende de quanto você quer gastar e de quanta mordomia quer ter. Dos caros, sugiro o Grand Floridian. Mas fora o camping, tenho certeza de que ficará muito bem acomodado em qualquer uma das opções.

c)    Seu plano de alimentação: completamente opcional, já que você pode simplesmente pagar pelo que quiser comer na hora. Mas para que gosta de comer (não come só para sobreviver) eu sugiro que faça um plano de alimentação. São vários, com várias opções, mas funciona basicamente assim: você paga um valor x e ganha pontos – para cada ponto uma refeição ou um lanche. Parece meio complexo, mais no site está bem detalhado e eu acho que vale muito a pena, como eu disse, para quem gosta de comer mais que ‘uma coisinha pra ficar em pé’.

Sem mais delongas, voltarei com a parte 2, onde vou falar menos sobre logística e mais sobre diversão. Aguardem!

( Post por Jeana Mattei)

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Uma resposta to “Disney para crianças crescidas | Parte I”

Trackbacks/Pingbacks

  1. Disney para crianças crescidas | Parte II « - 18 de janeiro de 2013

    […] leu a primeira parte do post? Leia aqui! Bom, agora que você já está dentro do complexo Disney (se depois de todas as dicas do post […]

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